sábado, 15 de agosto de 2009

ATENDIMENTO VIP

Agora pronto!

O telefone não pode tocar aqui em casa que olha só quem vai correndo atender!!!



Cobradores, me aguardem!!!!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

terça-feira, 7 de julho de 2009

"COMO TOCAR BATERIA NO VIOLÃO"


*Por Giovanna Sampaio e Souza


terça-feira, 16 de junho de 2009

O PRIMEIRO METRO...



sábado, 18 de abril de 2009

SENHORAS E SENHORES!

Com vocês...

A Gabi!

A filha da tia Fernanda!

Ela também tem blogue.

Clica aí e entra lá!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

NO NÍVER DE ANA CARLA

Veja abaixo, duas fotos recentes de Giovanna.

Elas foram tiradas no último dia 27/03, aniversário de 02 anos da priminha dela, Ana Carla.

A primeira, com a Tia Acir...


E a segunda, claro, com a mamãe, Rejane...



Lindas, não?

segunda-feira, 30 de março de 2009

ÀS TRAÇAS




Abandonado.

É assim que está o Blog da Giovanna há muito tempo.

O pessoal vive me cobrando atualizações aqui, mas eu simplesmente não tenho conseguido.

Talvez porque não esteja aprendendo tão bem a ser filho de Deus com minha filha.

Na realidade, não tenho muito que dizer aqui agora também.

Neste momento, minha esposa e filha estão em Montes Claros, para longos 7 dias longe de mim.

Nunca imaginei que minha casa fosse tão grande, tão fria, tão escura, tão medonha, tão cruel.

Espero que elas tenham dias melhores que os meus.

Certamente terão.

Bem, quanto às atualizações, acho que vou fazê-las, postando fotos de Giovanna (embora muitos de vocês - se é que vocês são tantos assim) já as tem visto no meu Orkut.

De qualquer maneira, é o que vou fazer.

Até que algo venha ao meu coração para eu compartilhar aqui.

Algo diferente, eu espero, que o choro de saudades de minha esposa e filha.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

"ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR"


3 meses...

Aqui, em pouco mais de 5 minutos.

Ligue o som.





Para fazer download do vídeo, e assistir direto no seu computador, clique abaixo.


terça-feira, 2 de dezembro de 2008

BENDITA MANHA AQUELA!


Há muito tempo eu não escrevo aqui.

Mas há muito que quero escrever algo que aprendi com Giovanna (como vocês já devem saber, é ela quem me ensina aqui).

Houve um dia, logo no início, de muito choro.

O choro, aliás, é algo com que temos mesmo que nos acostumar. Pense, por exemplo, que essa é a única forma de comunicação que um bebê tem. E ele sabe tão pouco que nem sequer isto ele sabe ainda. Ele chora simplesmente por instinto. Nem sei se quer mesmo alguma coisa de fato. O que poderia querer um bebê de poucos dias? Ele não conhece nada ainda!

Bem, mas, como eu dizia, houve um dia, logo no início, de muito choro, e nós, Rejane e eu, estávamos “entre a cruz e o punhal”. Como o choro é seu único recurso, o bebê pode estar chorando por qualquer coisa. Uma ou mais coisas, inclusive.

Se for fome, ele chora. Se for frio, ele chora. Se for incômodo porque está molhado ou sujo, ele chora. Se for dor (qualquer dor), ele chora. Se for sono, ao invés de simplesmente dormir, ele chora também. Ou seja, tudo.

Assim, concluímos (e veja só que “sábia conclusão”!) que qualquer coisa que o bebê queira ou não queira, ele chora.

Não sou um gênio?

Mas não ria ainda.

Não adianta você perguntar nada pra ele (a gente o faz de bobo que é), ele só vai chorar mesmo.

A única forma de descobrir os motivos entre um choro e outro é tentando descobrir.

(Este post está extremamente didático, não? Minhas afirmações estão mudando a sua vida, né não?!)

Giovanna tinha acabado de mamar. Então não era fome (em alguns casos, poderia ser: se o leite não está saindo o suficiente, por exemplo, etc. Mas não era o nosso caso).

Aí, percebemos que ela estava bem vestida e coberta, e nem tão frio estava. Item 2, então, ok.

Conferimos cocô e xixi: sequinha e limpinha.

Apertamos o ouvidinho para ver se não era dor de ouvido... Não era.

Fizemos algumas massagens para ver se era cólica... Não era.

Tá, tá... Podiam ser outras dores, mas sem aquele discernimento de que falei no outro post, impossível saber.

E já tínhamos orado também.

Neste interregno (eu sabia que este tempo todo trabalhando com advogados ia servir para alguma coisa! Olha essa palavra: interregno. Êita!), íamos nos lembrando de todos os alertas sobre ficarmos atentos para identificarmos qualquer manha de uma criança.

E Giovanna ali, chorando.

“E agora? Pega ou não pega?”

“Olha a manha!”, a gente ia ouvindo “as vozes”.

E Giovanna ali, chorando.

“Pega ou não pega?”

“Olha a manha!”

Acreditem! Vocês vão passar por isto!

Então, eu resolvi pegar.

Eu tinha de fazer alguma coisa. E fiz.

Imediatamente, a “bichinha” parou. I-me-dia-ta-men-te (dividi certo?).

Talvez você conclua daí: “Tá vendo? Era manha!”.

Ok, ok. Eu não culpo você.

Não, eu não queria só que ela parasse de chorar, para aliviar os meus ouvidos, como alguns podem pensar! Eu estava mesmo preocupado.

Apenas julguei que aquele era o discernimento que Deus me dava (e quem vai dizer que não?).

Porque eu também, enquanto segurava Giovanna quieta em meus braços (como se nunca tivera chorado), pensava: “Meu Deus, eu sou mole mesmo! Como eu vou criar a minha filha assim? Ela me passou pra trás! Chorou e conseguiu o que queria! Ela só queria colo... E conseguiu, e conseguiu!”.

Foi quando algo aconteceu.

Enquanto eu pensava essas últimas palavras, algo aconteceu no meu coração.

Lembrem-se: meu esforço aqui no Blogue da Gigio vai ser sempre de contar-lhes algo que eu aprendi, sobretudo, como filho, já que, como disse aqui também, penso que Giovanna não nasceu para eu aprender a ser pai; mas para aprender a ser filho.

E enquanto eu repetia aquelas últimas palavras, “Ela só queria colo, e conseguiu”, eu fiquei pensando em quantas vezes eu já chorei para ter o colo do Meu Pai...

(...)

Nenhuma.

Pelo menos, não me lembro de nenhuma.

Já chorei, muitas vezes, sim, enquanto orava. Mas quantas vezes eu não tive o Seu colo, a Sua presença, e chorei para tê-Los?

Talvez porque, diferentemente de mim, Deus nunca me deixou chorando por Sua presença. Ao contrário, no primeiro sinal meu de busca por Ele, Ele se apresenta imediatamente, porque tem prazer na oração dos Seus filhos.

Giovanna só queria o meu colo...

Sim!

E que mal há nisto?

Pode ser que tenha sido mesmo manha...

Pensem o que for...

Mas como me fez bem!

“Ah, Senhor!”

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

DISCERNINDO ENTRE OS CONSELHOS


Assim que seu bebê nasce você começa a receber uma enxurrada de conselhos.

E são tantos, de tantas pessoas diferentes, que não é raro, aliás, é até muito comum, que alguns sejam conflitantes. Mas o fato de serem conflitantes não significa que são conselhos furados, que estão errados ou que você precise desconfiar.

Normalmente se uma pessoa lhe dá um conselho é porque deu certo para ela. Isto legitima seu conselho. Mas pode não dar para você.

Conosco não foi diferente. Começou no hospital mesmo.

A primeira amamentação é muito difícil, porque nem a mãe sabe como fazer o bebê mamar nem o bebê sabe como fazer para mamar. Ambos estão aprendendo ali.

Ficamos em um hospital muito bom da cidade e a equipe de apoio foi realmente fantástica. As enfermeiras tentaram nos ajudar em tudo (e em muito nos ajudaram de fato), mas quanto à amamentação de Giovanna, alguma coisa não estava legal.

Elas deram muitas orientações técnicas (e úteis) sobre a altura ideal, o contato ideal, a posição das mãos, da coluna, etc. Mas o resultado final não era bom para Rejane, e Giovanna também não parecia muito feliz em estar ali.

Depois de algumas tentativas, quando mais parecia que mãe e filha brigavam, recebemos a visita preciosa (em todos os sentidos) de nossa querida amiga e irmã, Denísia (espero ter escrito o nome dela certo), com as duas filhas, Rute (ou Ruth, não sei) e Rebeca (não me digam que é Rebecca?!)

Com no máximo 02 minutinhos, ela ajeitou Giovanna daqui e dali, e a bichinha logo mamava feito uma bezerrinha. Dava gosto ouvir os “shlep-shlep’s” da mamada dela!

Ali aprendemos algo.

Tem muitas maneiras de se amamentar um filho (algumas erradas, com certeza), mas você tem de encontrar a sua.

E assim é em tudo quando o assunto é criação de filhos.

Não falo aqui de princípios, ok? Falo de algo que Pedro chamou de discernimento.

“Maridos, vivei a vida comum do lar com discernimento...” (I Pedro 3:7a)

Ora, eu preciso de discernimento para o que não está claro. Então não estamos falando de princípios, que são claros e requerem obediência pura e simples.

A disciplina, por exemplo, é um assunto tratado de maneira absolutamente técnica, quase matemática, nas Escrituras. Sua aplicação é o resultado simples da expressão “fé + obediência (prática)”.

Mas a vida comum de que Pedro falava requer discernimento. Discernir é conhecer de maneira distinta, saber claramente e estabelecer diferença. Nesse esforço, ao fazermos distinção entre uma coisa e outra, podemos errar, seja por excesso ou omissão.

A única garantia que temos de discernir corretamente, entre tantos conselhos e palavras e testemunhos, é recebendo isto de Deus.

Assim, concluo que criar filhos é um milagre.

Muito além, portanto, de uma capacidade minha apenas.

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