Assim que seu bebê nasce você começa a receber uma enxurrada de conselhos.
E são tantos, de tantas pessoas diferentes, que não é raro, aliás, é até muito comum, que alguns sejam conflitantes. Mas o fato de serem conflitantes não significa que são conselhos furados, que estão errados ou que você precise desconfiar.
Normalmente se uma pessoa lhe dá um conselho é porque deu certo para ela. Isto legitima seu conselho. Mas pode não dar para você.
Conosco não foi diferente. Começou no hospital mesmo.
A primeira amamentação é muito difícil, porque nem a mãe sabe como fazer o bebê mamar nem o bebê sabe como fazer para mamar. Ambos estão aprendendo ali.
Ficamos em um hospital muito bom da cidade e a equipe de apoio foi realmente fantástica. As enfermeiras tentaram nos ajudar em tudo (e em muito nos ajudaram de fato), mas quanto à amamentação de Giovanna, alguma coisa não estava legal.
Elas deram muitas orientações técnicas (e úteis) sobre a altura ideal, o contato ideal, a posição das mãos, da coluna, etc. Mas o resultado final não era bom para Rejane, e Giovanna também não parecia muito feliz em estar ali.
Depois de algumas tentativas, quando mais parecia que mãe e filha brigavam, recebemos a visita preciosa (em todos os sentidos) de nossa querida amiga e irmã, Denísia (espero ter escrito o nome dela certo), com as duas filhas, Rute (ou Ruth, não sei) e Rebeca (não me digam que é Rebecca?!)
Com no máximo 02 minutinhos, ela ajeitou Giovanna daqui e dali, e a bichinha logo mamava feito uma bezerrinha. Dava gosto ouvir os “shlep-shlep’s” da mamada dela!
Ali aprendemos algo.
Tem muitas maneiras de se amamentar um filho (algumas erradas, com certeza), mas você tem de encontrar a sua.
E assim é em tudo quando o assunto é criação de filhos.
Não falo aqui de princípios, ok? Falo de algo que Pedro chamou de discernimento.
“Maridos, vivei a vida comum do lar com discernimento...” (I Pedro 3:7a)
Ora, eu preciso de discernimento para o que não está claro. Então não estamos falando de princípios, que são claros e requerem obediência pura e simples.
A disciplina, por exemplo, é um assunto tratado de maneira absolutamente técnica, quase matemática, nas Escrituras. Sua aplicação é o resultado simples da expressão “fé + obediência (prática)”.
Mas a vida comum de que Pedro falava requer discernimento. Discernir é conhecer de maneira distinta, saber claramente e estabelecer diferença. Nesse esforço, ao fazermos distinção entre uma coisa e outra, podemos errar, seja por excesso ou omissão.
A única garantia que temos de discernir corretamente, entre tantos conselhos e palavras e testemunhos, é recebendo isto de Deus.
Assim, concluo que criar filhos é um milagre.
Muito além, portanto, de uma capacidade minha apenas.
E são tantos, de tantas pessoas diferentes, que não é raro, aliás, é até muito comum, que alguns sejam conflitantes. Mas o fato de serem conflitantes não significa que são conselhos furados, que estão errados ou que você precise desconfiar.
Normalmente se uma pessoa lhe dá um conselho é porque deu certo para ela. Isto legitima seu conselho. Mas pode não dar para você.
Conosco não foi diferente. Começou no hospital mesmo.
A primeira amamentação é muito difícil, porque nem a mãe sabe como fazer o bebê mamar nem o bebê sabe como fazer para mamar. Ambos estão aprendendo ali.
Ficamos em um hospital muito bom da cidade e a equipe de apoio foi realmente fantástica. As enfermeiras tentaram nos ajudar em tudo (e em muito nos ajudaram de fato), mas quanto à amamentação de Giovanna, alguma coisa não estava legal.
Elas deram muitas orientações técnicas (e úteis) sobre a altura ideal, o contato ideal, a posição das mãos, da coluna, etc. Mas o resultado final não era bom para Rejane, e Giovanna também não parecia muito feliz em estar ali.
Depois de algumas tentativas, quando mais parecia que mãe e filha brigavam, recebemos a visita preciosa (em todos os sentidos) de nossa querida amiga e irmã, Denísia (espero ter escrito o nome dela certo), com as duas filhas, Rute (ou Ruth, não sei) e Rebeca (não me digam que é Rebecca?!)
Com no máximo 02 minutinhos, ela ajeitou Giovanna daqui e dali, e a bichinha logo mamava feito uma bezerrinha. Dava gosto ouvir os “shlep-shlep’s” da mamada dela!
Ali aprendemos algo.
Tem muitas maneiras de se amamentar um filho (algumas erradas, com certeza), mas você tem de encontrar a sua.
E assim é em tudo quando o assunto é criação de filhos.
Não falo aqui de princípios, ok? Falo de algo que Pedro chamou de discernimento.
“Maridos, vivei a vida comum do lar com discernimento...” (I Pedro 3:7a)
Ora, eu preciso de discernimento para o que não está claro. Então não estamos falando de princípios, que são claros e requerem obediência pura e simples.
A disciplina, por exemplo, é um assunto tratado de maneira absolutamente técnica, quase matemática, nas Escrituras. Sua aplicação é o resultado simples da expressão “fé + obediência (prática)”.
Mas a vida comum de que Pedro falava requer discernimento. Discernir é conhecer de maneira distinta, saber claramente e estabelecer diferença. Nesse esforço, ao fazermos distinção entre uma coisa e outra, podemos errar, seja por excesso ou omissão.
A única garantia que temos de discernir corretamente, entre tantos conselhos e palavras e testemunhos, é recebendo isto de Deus.
Assim, concluo que criar filhos é um milagre.
Muito além, portanto, de uma capacidade minha apenas.


