quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

"ATÉ AQUI NOS AJUDOU O SENHOR"


3 meses...

Aqui, em pouco mais de 5 minutos.

Ligue o som.





Para fazer download do vídeo, e assistir direto no seu computador, clique abaixo.


terça-feira, 2 de dezembro de 2008

BENDITA MANHA AQUELA!


Há muito tempo eu não escrevo aqui.

Mas há muito que quero escrever algo que aprendi com Giovanna (como vocês já devem saber, é ela quem me ensina aqui).

Houve um dia, logo no início, de muito choro.

O choro, aliás, é algo com que temos mesmo que nos acostumar. Pense, por exemplo, que essa é a única forma de comunicação que um bebê tem. E ele sabe tão pouco que nem sequer isto ele sabe ainda. Ele chora simplesmente por instinto. Nem sei se quer mesmo alguma coisa de fato. O que poderia querer um bebê de poucos dias? Ele não conhece nada ainda!

Bem, mas, como eu dizia, houve um dia, logo no início, de muito choro, e nós, Rejane e eu, estávamos “entre a cruz e o punhal”. Como o choro é seu único recurso, o bebê pode estar chorando por qualquer coisa. Uma ou mais coisas, inclusive.

Se for fome, ele chora. Se for frio, ele chora. Se for incômodo porque está molhado ou sujo, ele chora. Se for dor (qualquer dor), ele chora. Se for sono, ao invés de simplesmente dormir, ele chora também. Ou seja, tudo.

Assim, concluímos (e veja só que “sábia conclusão”!) que qualquer coisa que o bebê queira ou não queira, ele chora.

Não sou um gênio?

Mas não ria ainda.

Não adianta você perguntar nada pra ele (a gente o faz de bobo que é), ele só vai chorar mesmo.

A única forma de descobrir os motivos entre um choro e outro é tentando descobrir.

(Este post está extremamente didático, não? Minhas afirmações estão mudando a sua vida, né não?!)

Giovanna tinha acabado de mamar. Então não era fome (em alguns casos, poderia ser: se o leite não está saindo o suficiente, por exemplo, etc. Mas não era o nosso caso).

Aí, percebemos que ela estava bem vestida e coberta, e nem tão frio estava. Item 2, então, ok.

Conferimos cocô e xixi: sequinha e limpinha.

Apertamos o ouvidinho para ver se não era dor de ouvido... Não era.

Fizemos algumas massagens para ver se era cólica... Não era.

Tá, tá... Podiam ser outras dores, mas sem aquele discernimento de que falei no outro post, impossível saber.

E já tínhamos orado também.

Neste interregno (eu sabia que este tempo todo trabalhando com advogados ia servir para alguma coisa! Olha essa palavra: interregno. Êita!), íamos nos lembrando de todos os alertas sobre ficarmos atentos para identificarmos qualquer manha de uma criança.

E Giovanna ali, chorando.

“E agora? Pega ou não pega?”

“Olha a manha!”, a gente ia ouvindo “as vozes”.

E Giovanna ali, chorando.

“Pega ou não pega?”

“Olha a manha!”

Acreditem! Vocês vão passar por isto!

Então, eu resolvi pegar.

Eu tinha de fazer alguma coisa. E fiz.

Imediatamente, a “bichinha” parou. I-me-dia-ta-men-te (dividi certo?).

Talvez você conclua daí: “Tá vendo? Era manha!”.

Ok, ok. Eu não culpo você.

Não, eu não queria só que ela parasse de chorar, para aliviar os meus ouvidos, como alguns podem pensar! Eu estava mesmo preocupado.

Apenas julguei que aquele era o discernimento que Deus me dava (e quem vai dizer que não?).

Porque eu também, enquanto segurava Giovanna quieta em meus braços (como se nunca tivera chorado), pensava: “Meu Deus, eu sou mole mesmo! Como eu vou criar a minha filha assim? Ela me passou pra trás! Chorou e conseguiu o que queria! Ela só queria colo... E conseguiu, e conseguiu!”.

Foi quando algo aconteceu.

Enquanto eu pensava essas últimas palavras, algo aconteceu no meu coração.

Lembrem-se: meu esforço aqui no Blogue da Gigio vai ser sempre de contar-lhes algo que eu aprendi, sobretudo, como filho, já que, como disse aqui também, penso que Giovanna não nasceu para eu aprender a ser pai; mas para aprender a ser filho.

E enquanto eu repetia aquelas últimas palavras, “Ela só queria colo, e conseguiu”, eu fiquei pensando em quantas vezes eu já chorei para ter o colo do Meu Pai...

(...)

Nenhuma.

Pelo menos, não me lembro de nenhuma.

Já chorei, muitas vezes, sim, enquanto orava. Mas quantas vezes eu não tive o Seu colo, a Sua presença, e chorei para tê-Los?

Talvez porque, diferentemente de mim, Deus nunca me deixou chorando por Sua presença. Ao contrário, no primeiro sinal meu de busca por Ele, Ele se apresenta imediatamente, porque tem prazer na oração dos Seus filhos.

Giovanna só queria o meu colo...

Sim!

E que mal há nisto?

Pode ser que tenha sido mesmo manha...

Pensem o que for...

Mas como me fez bem!

“Ah, Senhor!”

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

DISCERNINDO ENTRE OS CONSELHOS


Assim que seu bebê nasce você começa a receber uma enxurrada de conselhos.

E são tantos, de tantas pessoas diferentes, que não é raro, aliás, é até muito comum, que alguns sejam conflitantes. Mas o fato de serem conflitantes não significa que são conselhos furados, que estão errados ou que você precise desconfiar.

Normalmente se uma pessoa lhe dá um conselho é porque deu certo para ela. Isto legitima seu conselho. Mas pode não dar para você.

Conosco não foi diferente. Começou no hospital mesmo.

A primeira amamentação é muito difícil, porque nem a mãe sabe como fazer o bebê mamar nem o bebê sabe como fazer para mamar. Ambos estão aprendendo ali.

Ficamos em um hospital muito bom da cidade e a equipe de apoio foi realmente fantástica. As enfermeiras tentaram nos ajudar em tudo (e em muito nos ajudaram de fato), mas quanto à amamentação de Giovanna, alguma coisa não estava legal.

Elas deram muitas orientações técnicas (e úteis) sobre a altura ideal, o contato ideal, a posição das mãos, da coluna, etc. Mas o resultado final não era bom para Rejane, e Giovanna também não parecia muito feliz em estar ali.

Depois de algumas tentativas, quando mais parecia que mãe e filha brigavam, recebemos a visita preciosa (em todos os sentidos) de nossa querida amiga e irmã, Denísia (espero ter escrito o nome dela certo), com as duas filhas, Rute (ou Ruth, não sei) e Rebeca (não me digam que é Rebecca?!)

Com no máximo 02 minutinhos, ela ajeitou Giovanna daqui e dali, e a bichinha logo mamava feito uma bezerrinha. Dava gosto ouvir os “shlep-shlep’s” da mamada dela!

Ali aprendemos algo.

Tem muitas maneiras de se amamentar um filho (algumas erradas, com certeza), mas você tem de encontrar a sua.

E assim é em tudo quando o assunto é criação de filhos.

Não falo aqui de princípios, ok? Falo de algo que Pedro chamou de discernimento.

“Maridos, vivei a vida comum do lar com discernimento...” (I Pedro 3:7a)

Ora, eu preciso de discernimento para o que não está claro. Então não estamos falando de princípios, que são claros e requerem obediência pura e simples.

A disciplina, por exemplo, é um assunto tratado de maneira absolutamente técnica, quase matemática, nas Escrituras. Sua aplicação é o resultado simples da expressão “fé + obediência (prática)”.

Mas a vida comum de que Pedro falava requer discernimento. Discernir é conhecer de maneira distinta, saber claramente e estabelecer diferença. Nesse esforço, ao fazermos distinção entre uma coisa e outra, podemos errar, seja por excesso ou omissão.

A única garantia que temos de discernir corretamente, entre tantos conselhos e palavras e testemunhos, é recebendo isto de Deus.

Assim, concluo que criar filhos é um milagre.

Muito além, portanto, de uma capacidade minha apenas.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

QUALQUER SEMELHANÇA É MERA COINCIDÊNCIA


Reparem na foto abaixo...


Reconhecem alguém?

Bem, deixa eu ajudar.

O ano era 1974 (nota-se pelos figurinos, não?).

A "cocotinha" ali, de anabela e vestidinho curto, é ninguém menos que a Sra. Rosa da Silva Souza, mais conhecida como Dona Cidinha, minha querida mãe ("quem te viu, quem te vê, hein, mãe?!").

Ao seu lado, bem ao estilo Odair José, e dando-lhe um "respeitoso" (pra não dizer "tímido") abraço à distância, eis que vemos o Sr. Sebastião de Souza Filho, vulgo Seu Tião (ou Seu Miaggi, para alguns engraçadinhos), meu pai e meu herói.

E pousando placidamente nos braços juvenis de minha mãezinha, aquela criança de rosto singelo e, por assim dizer, até certo ponto angelical, era (e é) este que vos escreve.

Sim, meus senhores!

Muito legal, não?

Descobrimos essa foto recentemente, cheirando à naftalina, no meio daquela bagunça que normalmente temos na casa da gente.

Agora, notem no detalhe...



Parece-se com alguém que vocês conhecem?


Olhem de novo!


Pode até ser só "corujice" mesmo, mas eu achei a cara dum, focim doutro.

Mas ainda há tempo.

Tomara, Deus tenha misericórdia da bichinha, coitada, e a livre de se parecer comigo lá na frente.

Principalmente no caráter deformado.

"Querida filha,

que o Senhor te ensine os meios de se parecer com Ele

onde seus pais não consigam,

por mais que o queiram,

imprimir e forjar em você

a imagem de Jesus,

o Único Belo, afinal!

Amamos muito você, princesa!"

terça-feira, 4 de novembro de 2008

"NADA MAIS IMPORTA"

Lá se vão (hoje) 49 dias desde o nascimento de Giovanna.

Mas quero voltar ao dia 15 de setembro, precisamente às 16:52 hs.

Quando vi o corpinho frágil de Giovanna sair da barriga de Rejane, tudo parou.

Para quem não se lembra, ou não sabe, dias antes soubemos que Giovanna estava com uma circular de cordão (que é quando o cordão umbilical dá uma volta, ou mais, ao redor do pescoço do bebê).

Sem contar toda a tensão que já cerca o nascimento de um bebê, quando se sabe que há ainda outros agravantes, essa tensão aumenta; e muito.

Tudo o que queríamos, portanto, era que toda aquela "angústia" acabasse logo.

Por isso, ver Giovanna foi só um início.

A emoção é grande, sem dúvida. Mas logo você ainda quer saber das notícias ("Como ela está?").

E a lembrança da circular de cordão ainda estava "quente" na cabeça da gente lá.

A gente só queria que ela estivesse bem.

Nada mais importava naquele momento.

Por conta de toda a emoção, não percebi que Giovanna não chorava. Notei sim que ela estava mais "roxinha", é verdade. Mas disseram-me que era comum, quando o parto envolva casos de circular de cordão.

Só percebi isso no vídeo que minha cunhada, Heloína, fez.

Finalmente, tudo deu certo.

Mas nada mesmo importa senão que um(a) filho(a) seu nasça bem.

Penso em Deus agora.

E como eu Lhe importo.

"Bendito seja o Senhor!"

domingo, 2 de novembro de 2008

AGRADECIMENTO


Eu, aliás, nós não poderíamos deixar de fazer aqui um agradecimento mais do que especial.

Esse aí da foto é o Dr. Wilson Eustáquio, o instrumento que Deus usou para nos trazer Giovanna.

"Dr. Wilson,

Já tentamos lhe transmitir toda a nossa gratidão por tamanha notabilidade no tratamento que nos foi dispensado.

Entretanto, sempre que nos lembramos, parece que deixamos algo ainda, que faltou alguma coisa.

Até que essa inquietação pare, seguiremos agradecendo-lhe mais.

A Bíblia diz: "Honra, a quem honra", e o senhor e sua equipe nos constrangeu com tamanho profissionalismo, mas, sobretudo, pelo caráter humano e pessoal durante todo o nosso tempo no Mater Dei.

Giovanna está ótima, e em breve lhe fará uma visita, quando espero também finalmente entregar-lhe a carne de sol prometida (lembra?).

Mais uma vez muito obrigado e que o senhor prossiga abençoando e se deixando abençoar por Deus, o Autor da Vida que muitas vezes lhe vem às mãos.

À sua família, nosso sincero e caloroso beijo.

Dos amigos,

Carlos, Rejane e Giovanna, a pequena Gigio."

LIÇÕES DE GIOVANNA

Oi, gente.

A partir de agora, as postagens aqui serão, hã, por assim dizer, um pouco mais sérias.

Isso porque eu pretendo compartilhar com vocês um pouquinho daquilo que tem sido também compartilhado a mim mesmo: o privilégio de ser pai.

Pra começar, devo dizer que acho que encontrei o significado do nascimento de Giovanna para mim...

Giovanna não veio para que eu pudesse aprender a ser pai.

Giovanna veio para que eu pudesse aprender a ser filho.

É o que me tem parecido.

É o que me desafia.

E é também o que me faz temer, e muito.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

MEU ÚLTIMO POST...


Mas calma, gente...


É que agola c’ocêismim vilo, o papai é que vai cuidá do meu blogue.



Ô tem mais coisa fazê agola...



Hmmm...



Cholá...



Mamá...



Fazê xixi...



Fazê cocô...



Cholá tavêiz...



Mamá mais um tantão...



Xixi...



Cocô...



E polaí vai...



Papai é que vai dá notícia minha agola.



Poconta dele...



Bigado potudo, viu?!



Vem mim vê...



E tlaiz plesente!



Tiau!!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

O 59º CHORO...


ÔTO FILMIM DE MIM...

Repara a gritaria não, viu, gente!

DEPOIS QUE SAÍ DUSPITAL...

Zzzzzz...


Cum tia Já...

Cum meus bichinhos... Zzzzz, de novo, né?!


Zzzzz... Zzzzzz... Zzzzz...



Depois de um bãe gotoso...

OS PIMEILOS...


Pimeilo cholo...


Pimeilo mamá...


Pimeilo bãe (eco!)...


Pimeilo binco, pimeilo buquê e pimeilo catãozim...

Pimeilo soísinho...

MAISE MAISE RETLATO...


Minha pimêla cetidão...


Na estufa...

Cando cheguei no carto...

Cum meu papai coluja...

Ô passâno na tevisão do carto... Ai, ai, num tem jeito cum esse povo!

MAISE RETLATO...


'Tenção, 'tenção...!


Ó eu aí, gente! Ó eu aíííííí!!!!!


Ó como o papai gostô, ó!


Minha pimêla catêla de dentidade...


Eu que nasço e papai que ganha palabéns, uai?!

PARABÉNS PARA MIM!!!

Ó, ô popá o tempo d’ocêis e meu...

Ô nasci, gente! Ô nasciiiii!!

Dia 15 de setembro.

Isso mesmo! Ô já tô hoje cum 43 dias!!!

Ô num falei nada por causa que, na verdade, foi o papai que não isqueveu nada aqui...


Mas ô falei...

Ô falo!

Falo minha línga, ?! O cholo. Só faço cholá!


Mas ô tô boa.


Nasci cum 47 centimetlão de gandula e cum 2.890 quilo (ih, acho que de fazê um regime...).

Aí vai mais retlato meu!



Papai, mamãe e eu, na chegada ao hospital...


Papai, mamãe e eu, dando entrada na "nossa"internação...


A "torcida do Corinthians" esperando minha chegada...


Mamãe, me esperando...


Papai e mamãe, ainda me esperando...

Ô mando mais daqui a pôco...

Tiau!!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Ô TAVO CALADA...

... mas ô viva!





Ei, genteeeeee!!!





Cês ficáro cum saudade de mim?





Eu tavo cum saudade d’ocêis tamém!





falâno pôco esses dia por causo
que papai num tá muito bom pá isquevê, não.





E tá sem tempo tamém.





Lá em casa (na casa quêu morá cando eu saí daqui) o computadô
tá ruim.





Papai vai vê se consegue arrumá.





Ó, hoje ô só vim dizê quêu fiz neversário ontem!





31 semanas!!!





Eu devêno retrato de dois ultrassom meu.





Hoje ô pôno do último.





Depois ô do ôto.





E num reclama!





O blogue é meu!





Hunpf...





Intão tá!







Tiau!

UM FILMINHO DE MIM...

Dessa vez eles caplichalam, viu?!



Até filme de mim agola ô tenho.




aí!




(mas papai falou que num adianta ligá, quêumuito novinha pa tabaiá na tevisão! E ele nem qué!)







Cês viro que no finzinho ô passei a mão no naliz?



Ela uma melequinha...

RETLATOS...


Óia eu aí, geeeeeente!



Um pôco sélia (tipo Gisele Binti) quêu num sô nenhuma mala véia, né?!





Agola cum sorrisinho leve, Simpático, recatado o suficiente, afinal... Ô sô uma dama!





De ladinho, e cum a mão no quêxo (ô num quelia... mas meu charme é natulal!)





ôtavo começâno a me chateá... O povo num pála de tilá retlato, ah!





Ah, num quélo mais!



Tiau!



p.s.: Como cêis, meu naliz é de bolota. Que nem o do papai!



p.p.s.
:
Pelo menos... ô num sintí frio na ponta do naliz, né?!



p.p.p.s.
: Sabe por quê?



p.p.p.p.s.
:
PUQUÊ Ô NUM VÔ TÊ PONTA DE NALIZ!!!!




AHAHAHAHAHAHAHA!!!!

quinta-feira, 29 de maio de 2008

MINHA CASA...

Pessoas e pessôos...


Sou eu, a Giovanna!


Ô
já tô cum 25 centímetrão de grandura...


E tô godôna tamém...


475 g!


Depois, papai vai mais retlato meu aqui...


Hoje ô quelo mostrar procêis minha casa...


aí ó...

É a mamãe!


Ela palece uma coqueteleira... Num pála de mexer um minuto!


Eu só fico chaqüaiâno aqui dlento.


E
agola...


Tcham
, tcham, tcham, tchaaaaammmm!!


Um retlato muito mais legal de especial meu!


Cum
vocês...


Eu, pela plimeila vez na vida!!!



Foi este palitinho aí que falou mamãe cotavo aqui dlento...


Hehehehehe
...


Foi cando eu paleci
no xixi da mamãe...


Ó, até mais vê!


Tiau
!

domingo, 18 de maio de 2008

5 MESES!!!!!


Eiiiiii, genteeeeee!!!


Que xodade d’oceis que eu fiquei esses dias, viu!!!


Ô tavo muito ocupada...


Quecêno!


E papai não tava podêno isquevê pra mim aqui.


Mas eu boa!


Hoje eu cum 5 mêis!


Essa semana ô tem médico ôtra vêis.


Ele vai tudo dlento de mim, pra se tudo bem bom mesmo!


Papai colocando mais retrato meu aí debaixo.


Mais um poquinho e eu chegâno pra bagunçar o coreto, hein!


Depois eu conto da consulta.


Tiau!


p.s.: A piscinona da mamãe num tá nem me cabêno mais...




Hehehehe... Essa aí sou eu!
Mas eu tavo distraída...

Mas aqui não!
Aqui eu oiêi pra máquina!

Nesse retrato aí eu ainda tavo de 4 mêis (ó eu fazêno o 4 pr'ocêis!)...

(Os menino vila a cala lá!!!)

Essa aí é minha péninha!

segunda-feira, 14 de abril de 2008

EU VOLTEI... E DIFERENTE!

Oi, gente!

Demolei, mas voltei!

Meu saite mudâno”, por causa de que eu também mudei!

Eu deixei de “sê” só um feijãozinho dlento da baliga” da mamãe...

Agora eu sou a Giovanna!

E eu sou filha do papai e da mamãe!

Tem mais retrato!

Eu tô glandôna... Quase 15 cm!

Mas hoje ‘ocês não vão “mim vê” não...

Cês tem que espelá”...

E sem reclamá”...

O povo fala que eu ficar aqui dlentoum tempão e eu não tô reclamâno”...

Espéla seus aplessadinho (ou apleçadinho”? Que língua mais difícil, viu!)

Tiau!

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